Autor: Daniel Gontijo
Recentemente, li um estudo interessante cujos resultados demonstram uma relação significativa entre o desempenho em problemas matemáticos e a convicção com que se crê em Deus (Shenhav, Rand e Greene, 2011). Em vez de avaliarem habilidades matemáticas, a intenção dos pesquisadores foi verificar a tendência dos participantes de dar respostas intuitivas ou refletidas a questões que, na verdade, eram "pegadinhas" -- ou enunciados que induziam respostas intuitivamente atrativas, mas erradas. Essas tendências, concebidas como estilos cognitivos, explicariam a força com que as pessoas acreditam em Deus e -- como no caso da matemática -- a forma como se comportam em outros contextos da vida.
Recentemente, li um estudo interessante cujos resultados demonstram uma relação significativa entre o desempenho em problemas matemáticos e a convicção com que se crê em Deus (Shenhav, Rand e Greene, 2011). Em vez de avaliarem habilidades matemáticas, a intenção dos pesquisadores foi verificar a tendência dos participantes de dar respostas intuitivas ou refletidas a questões que, na verdade, eram "pegadinhas" -- ou enunciados que induziam respostas intuitivamente atrativas, mas erradas. Essas tendências, concebidas como estilos cognitivos, explicariam a força com que as pessoas acreditam em Deus e -- como no caso da matemática -- a forma como se comportam em outros contextos da vida.
